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Processo criativo e a expressão artística

O Processo criativo e a expressão artística como manifestações da Alma

Texto: Bruno Portela

O que torna nós, humanos, seres com alto potencial criativo? Como surge a inspiração para escrever um magnifico poema, ou compor uma melodia, ou até mesmo pintar um quadro que possa ser a melhor expressão do que sentimos? Será mesmo que todas essas manifestações são simplesmente pura “invenção” racional?

O psicólogo Carl Gustav Jung afirma que a escolha do tema ou a inspiração que brota na mente do autor advém de processos inconscientes, são produzidos pela necessidade de criação que é inerente a natureza humana, ou seja, a produção tanto de um sonho e fantasia, quanto de uma obra de arte, fazem parte de um processo criativo que de forma alguma pertencem ao artista ou ao sonhador. 

Somos o que pensamos

Você já parou para pensar que tudo começa com um pensamento? Todas as nossas alegrias começam nos nossos pensamentos sobre a vida, sobre os fatos, sobre nós mesmos e sobre os outros.

Assim também acontece com as coisas negativas: nossas tristezas começam em nossos pensamentos, pensamentos esses que NÓS MESMOS CRIAMOS e pelos quais SOMOS RESPONSÁVEIS. Tudo o que pensamos exerce forte impacto sobre nós.



Um método perigoso - Trailer e Análise

Sinopse:
Filme que romanceia fatos e acompanha a relação dos pais da psicanálise, Jung e Freud, com a russa Sabina Spielrein (Keira Knightley).

Comentário:
Um filme interessante para todo estudante de psicologia (para leigos pode parecer tedioso) que mostra o tão famoso encontro de Sigmund Freud (Quem descobriu o Inconsciente) e Carl Gustav Jung (Quem mapeou a alma humana), no qual trocaram inúmeras cartas durante alguns anos e no seu primeiro encontro durou 13 horas de conversa.

Eu, ego, egoísmo

Uma das grandes dúvidas que podemos ter na vida vem da questão: “Quem sou eu?”. O nosso modelo de concepção do que é o eu, entretanto, é muito diferente da concepção de outras culturas, como a cultura chinesa, hindu ou japonesa.

Nós criamos e alimentamos um eu forte. O eu é o centro e a essência de nossas vidas. Claro que é uma concepção importante e tem o seu valor. Mas grande parte do nosso sofrimento está ligado à esta concepção de eu. Em outras palavras, “sem eu, não há sofrimento”. Ou seja, sem um eu forte – que traz egoísmo ao invés de altruísmo – o sofrimento diminui. 

Psicóloga Carmem Salles

Psicóloga em São Paulo, SP

Carmem Silvia Queluz Toledo Salles (CRP 06 / 26.284)

Psicóloga Existencial com especialização em Recursos Humanos e pós-graduação em Psicopedagogia.

Perita Deise

Psicóloga Perita em Barueri, SP
Deise Cristina Gomes (CRP 06/60916)

Atuo na área de Perícias Psicológicas. Faço aferições de Dano e Assedio Moral no ambiente laboral.

Desculpe, mas eu sou sincero!


Sinceridade, dizer o que pensa, onde não há engano, hipocrisia ou fingimento. Colocar para fora aquilo que está guardado dentro de nós. Grande qualidade é a sinceridade, a franqueza do ser humano. Como dizia Oscar Wilde: "Pouca sinceridade é uma coisa perigosa, e muita sinceridade é absolutamente fatal". Cito essa frase para levantarmos uma questão importante: Qual o limite separa a sinceridade x grosseria?

Grosseria seria expressar-se com descortesia, com indelicadeza. O sujeito grosseiro é sincero? Dizer o que pensa a qualquer custo, sem pensar nas consequências, poderia ser considerado sinceridade?

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